A vacinação é um método muito utilizado e bastante eficaz na defesa contra
doenças infecciosas, sendo normalmente o primeiro contacto entre o tutor e o médico
veterinário. As vacinas utilizadas são substâncias constituídas por antigénios, que, quando
administradas a indivíduos, desencadeiam uma resposta imunitária. Esta resposta consiste
na produção de anticorpos específicos para o agente inoculado. Os antigénios utilizados
devem ser imunogénicos (passíveis de causar imunidade) e podem ser agentes infecciosos
inteiros, mortos ou atenuados, ou fragmentos desses microrganismos.

De forma a garantir a imunidade dos nossos animais, existem protocolos vacinais
que consistem num planeamento das vacinas que devem ser administradas na altura
devida. Para a formulação do protocolo vacinal, o médico veterinário tem em conta vários
fatores, sejam eles relacionados com o animal, com o agente infeccioso e com a própria
vacina (tais como o estilo de vida, idade, o risco de contrair determinadas infeções e
características próprias das vacinas); importante ressaltar que antes de administrar
qualquer vacina é feito um exame clínico geral rigoroso. Os objetivos da vacinação são a
proteção do indivíduo contra uma determinada infeção, bloqueio da transmissão ou
prevenção dos sintomas de uma doença.

Este plano de vacinação deverá ser seguido de forma rigorosa, não só pela saúde
do animal, como também pela saúde pública, uma vez que existem doenças infecciosas
zoonóticas.

Existem algumas vacinas obrigatórias em Portugal e outras que são facultativas,
contudo podem ser recomendadas. De seguida, estão presentes tabelas de exemplos de
planos de vacinação para diversas espécies animais, planos estes que são passíveis de ter
alterações.

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